Resialentejo – Reciclagem 100 mil toneladas de resíduos e conserva 50 mil árvores
Desde 2003, a Resialentejo encaminhou para reciclagem mais de 109 mil toneladas de resíduos, o que representa uma média de 5 mil toneladas por ano, superando as 13 mil toneladas no ano passado.O encaminhamento para reciclagem de 2525 toneladas de papel e cartão, em 2024, permitiu a poupança de mais de 50 mil árvores, 6,5 …
Desde 2003, a Resialentejo encaminhou para reciclagem mais de 109 mil toneladas de resíduos, o que representa uma média de 5 mil toneladas por ano, superando as 13 mil toneladas no ano passado.
O encaminhamento para reciclagem de 2525 toneladas de papel e cartão, em 2024, permitiu a poupança de mais de 50 mil árvores, 6,5 milhões de litros de água e 6.565 kW de electricidade, o que representa uma economia significativa de recursos naturais.
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Cada habitante dos oito municípios do Baixo Alentejo, abrangidos por esta entidade, produziu, em média, cerca de 580 kg de resíduos em 2024, dos quais 62% foram encaminhados para preparação, reutilização e reciclagem.
Dados significativos, que constam do Relatório e Contas de 2024, quando persistem ainda as dificuldades nacionais para cumprir com as exigentes metas do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2030), documento que norteia o sector.
Atualmente em Portugal, mais de 57% dos resíduos urbanos (últimos dados do RARU) ainda acabam em aterro e milhões de embalagens recicláveis são desperdiçadas todos os dias.
Contudo, no Baixo Alentejo, território onde a Resialentejo gere os resíduos urbanos, desde 2001, a deposição de resíduos em aterro caiu drasticamente (apenas 26%), enquanto a preparação para reutilização e reciclagem disparou 62%, com um investimento nos últimos anos no reforço da recolha selectiva, com mais ecopontos e circuitos dedicados para aumentar a reciclagem.
Por outro lado, destaque para infraestruturas inovadoras e soluções para a valorização de resíduos orgânicos: compostagem.
Finalmente, a aposta fundamental em campanhas de sensibilização, com escape rooms ecológicos, repair cafés destinados a promover a economia circular, entre outros, tornam os cidadãos mais informados, sob pena de não existir uma mudança real.