Proteção Civil mobiliza meios de reforço no Alentejo devido às atuais condições meteorológicas
Face à existência de situações de maior complexidade no território nacional, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) mantém mobilizados diversos meios terrestres no Alentejo, integrando equipas de reforço pré-hospitalar, desobstrução, posto de comando e reabastecimento de água, com o objetivo de garantir uma resposta rápida e eficaz a eventuais ocorrências associadas ao …
Face à existência de situações de maior complexidade no território nacional, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) mantém mobilizados diversos meios terrestres no Alentejo, integrando equipas de reforço pré-hospitalar, desobstrução, posto de comando e reabastecimento de água, com o objetivo de garantir uma resposta rápida e eficaz a eventuais ocorrências associadas ao mau tempo.
Entre os dispositivos destacados encontra-se o Grupo de Desobstrução 01 da Região Alentejo – Brigada do Baixo Alentejo, composto por 12 operacionais dos Corpos de Bombeiros Voluntários (CBV) de Moura, Mértola e Serpa, bem como o Grupo de Desobstrução 02, constituído por 14 elementos dos CBV de Beja, Moura, Almodôvar e Ourique.
Está ainda no terreno um Grupo de Reforço de Reabastecimento de Água, com quatro operacionais dos CBV de Moura e Castro Verde, sob coordenação do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo.
A ANEPC sublinha que os impactos associados às condições meteorológicas adversas podem ser significativamente minimizados através da adoção de comportamentos preventivos. Nesse sentido, recomenda à população, sobretudo nas zonas historicamente mais vulneráveis, a implementação de várias medidas de autoproteção.
Entre as principais orientações destacam-se a desobstrução de sistemas de drenagem de águas pluviais, a fixação adequada de estruturas soltas, cuidados acrescidos na circulação em áreas arborizadas, a suspensão de atividades náuticas ou junto a linhas de água, bem como a adoção de condução defensiva e a restrição de deslocações em zonas potencialmente afetadas.
A autoridade alerta ainda para a importância de não atravessar zonas inundadas e de retirar bens, veículos e animais de áreas suscetíveis a cheias.
Os cidadãos são aconselhados a acompanhar permanentemente as previsões meteorológicas e a seguir as indicações da Proteção Civil e das forças de segurança.
Mais informações podem ser consultadas nos sites oficiais da ANEPC, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).