Entre as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, Santarém liderou as subidas anuais, com uma valorização de 25,4%, seguida de Viseu (24,3%) e Beja (23%). Faro, Leiria, Guarda e Ponta Delgada também registaram aumentos expressivos acima dos 13%.

Comprar casa em Portugal ficou 10,8% mais caro em abril face ao mesmo mês de 2025, com o preço mediano a atingir os 3.121 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo os dados mais recentes do índice de preços do idealista. Trata-se de um novo máximo histórico, alcançado pelo sexto mês consecutivo. Em termos trimestrais, a subida foi de 2,4%.

O Alentejo destacou-se como a região com maior valorização anual no país, registando um aumento de 21,3% nos preços das habitações. Seguiram-se a Região Autónoma dos Açores (19,3%), o Centro (12%) e a Região Autónoma da Madeira (11,3%). Já o Norte apresentou a subida mais moderada, com uma valorização de 8,6%.

Apesar do forte crescimento noutras regiões, a Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a zona mais cara para comprar casa, com um preço mediano de 4.379 euros/m2. Lisboa continua igualmente a liderar entre os distritos e cidades mais dispendiosos do país.

Entre as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, Santarém liderou as subidas anuais, com uma valorização de 25,4%, seguida de Viseu (24,3%) e Beja (23%). Faro, Leiria, Guarda e Ponta Delgada também registaram aumentos expressivos acima dos 13%.

No ranking das cidades mais caras, Lisboa ocupa o primeiro lugar, com um preço mediano de 6.109 euros/m2. Seguem-se Porto (4.044 euros/m2), Funchal (3.939 euros/m2), Faro (3.656 euros/m2) e Setúbal (3.091 euros/m2).

Ao nível dos distritos e ilhas, não se verificou qualquer descida de preços no último ano. A ilha de Porto Santo destacou-se com a maior subida anual do país, ao registar uma valorização de 33,7%. Também as ilhas de São Jorge (29,5%) e Terceira (26,5%) apresentaram crescimentos muito significativos.

Lisboa continua a ser o distrito mais caro para adquirir habitação, com um preço médio de 4.695 euros/m2, seguida por Faro, Porto Santo e Madeira. No extremo oposto, Guarda mantém-se como o distrito mais barato, com 838 euros/m2.

Os dados revelam uma tendência de valorização generalizada do mercado imobiliário português, com os maiores aumentos a concentrarem-se sobretudo no interior do país e nas regiões insulares.