A nova residência de estudantes do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) foi palco, na passada semana, de uma visita institucional que contou com a presença da coordenadora para a área do alojamento no Ensino Superior na Agência Nacional Erasmus+, Andreia Godinho Lopes e do presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento (CNA) do Plano de Recuperação …

A nova residência de estudantes do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) foi palco, na passada semana, de uma visita institucional que contou com a presença da coordenadora para a área do alojamento no Ensino Superior na Agência Nacional Erasmus+, Andreia Godinho Lopes e do presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento (CNA) do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), Pedro Dominguinhos.
A comitiva teve oportunidade de visitar as novas instalações e conhecer de perto as condições modernas e sustentáveis que passarão, no próximo ano lectivo, a estar disponíveis para a comunidade estudantil.

Durante a visita, os responsáveis destacaram a importância estratégica do investimento de cerca de 22 milhões de euros que se insere no âmbito do PRR/PNAES (Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior) e que “pretende reforçar a capacidade de alojamento estudantil em Beja”, declarações de Andreia Godinho Lopes.
Em termos de impacto regional, a nova residência é um projecto estruturante que confere maior competitividade ao Instituto Politécnico de Beja, fundamental para atrair estudantes num território de baixa densidade, tal como sublinhou o Responsável Instituição de Ensino pela Coordenação e Acompanhamento da obra de construção da nova residência, Jorge Raposo. “Trata-se de uma resposta gerida pelo IPBeja que irá reforçar a atractividade do Instituto, oferecendo alojamento a preços reduzidos, aliviando encargos para os estudantes e incentivando a sua fixação na região”.
Para o presidente da CNA do PRR, Pedro Dominguinhos, trata-se de “um projecto arrojado”, mas que teve a capacidade de responder a necessidades de alojamento identificadas pelo IPBeja. O responsável destacou, ainda, o “tempo record” da construção do edifício, acrescentando que este projecto representa “um contributo muito relevante para o Plano Nacional de Alojamento do Ensino Superior”.

A construção, já em fase de conclusão, utiliza uma tecnologia híbrida sustentável (madeira e betão) e engloba 11 000 m² distribuídos por quatro blocos com área comum, zonas de convívio, áreas de estudo, ginásio, cozinhas, lavandaria e áreas técnicas.
No total, o equipamento irá disponibilizar 327 quartos, 126 individuais, 150 duplos, 25 estúdios individuais e 26 estúdios duplos, num total de 503 camas.