A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo) assinaram um protocolo de colaboração com o objectivo de reforçar a valorização e a gestão do património das Santas Casas da Misericórdia da região.O protocolo visa fortalecer a gestão do património das Misericórdias, com especial enfoque no …

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo) assinaram um protocolo de colaboração com o objectivo de reforçar a valorização e a gestão do património das Santas Casas da Misericórdia da região.
O protocolo visa fortalecer a gestão do património das Misericórdias, com especial enfoque no estudo, conservação e dinamização dos seus bens culturais. No âmbito desta colaboração, as equipas técnicas da CCDR Alentejo prestarão apoio técnico às Santas Casas da região, através de acções de avaliação, diagnóstico e aconselhamento nas intervenções necessárias nos seus acervos patrimoniais.

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A CCDR Alentejo destaca que a região é actualmente a mais completa em termos de recenseamento e inventário do património das Misericórdias. No total, existem 69 Misericórdias activas na área abrangida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, que inclui os distritos de Portalegre, Beja, Évora e parte do distrito de Setúbal. O recenseamento do património foi realizado na totalidade destas instituições, permitindo conhecer o património imóvel, móvel, arquivístico e imaterial das instituições. Na área do património móvel foi possível inventariar na região, sob a responsabilidade do departamento de património cultural da UMP, mais de 19 mil peças de património móvel e museológico.

A iniciativa pretende, ainda, ser replicada noutras regiões do país, através da celebração de protocolos semelhantes com as restantes CCDR.
“Este protocolo representa um passo decisivo na consolidação de uma estratégia nacional de valorização do património das Misericórdias, com impacto directo na preservação da memória colectiva e no desenvolvimento cultural e social das comunidades locais”.