A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) assinaram esta segunda-feira, dia 10 de novembro, no Quartel do Carmo, em Lisboa, um Protocolo de Cooperação que assinala a colaboração entre as duas entidades nas áreas da formação, operação e partilha de informação, com o objetivo comum de reforçar a segurança rodoviária. Este …

A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) assinaram esta segunda-feira, dia 10 de novembro, no Quartel do Carmo, em Lisboa, um Protocolo de Cooperação que assinala a colaboração entre as duas entidades nas áreas da formação, operação e partilha de informação, com o objetivo comum de reforçar a segurança rodoviária.

Este protocolo vai promover a interoperabilidade (capacidade de diferentes sistemas, dispositivos ou organizações de se comunicarem e trocarem informações de forma segura e eficiente, sem restrições) e partilha das capacidades tecnológicas existentes na GNR e na IP. De acordo com as competências distintivas de cada uma das entidades, contribuirá para alcançar o objetivo comum de promover a segurança rodoviária.
A IP dispõe de um Centro de Controlo de Tráfego (CCT) de última geração, responsável pela monitorização contínua das condições de circulação e pela gestão dos sistemas e equipamentos de telemática instalados na rede rodoviária sob sua gestão.

Por sua vez, a GNR conta com o Centro Integrado Nacional de Gestão Operacional (CINGOp), que assegura o acompanhamento permanente das suas operações, numa lógica de coordenação e resposta rápida a incidentes.
A ligação direta entre estes dois centros operacionais, possibilitada pela partilha de informação e pelo acesso cruzado a sistemas de vídeo monitorização, dados geográficos e ocorrências em tempo real, constitui um salto qualitativo na gestão integrada do tráfego rodoviário.

Esta articulação permitirá, respostas mais céleres e coordenadas a acidentes e incidentes, reduzindo tempos de intervenção e aumentando a eficácia das operações de socorro; melhor planeamento e gestão operacional, através da análise de dados partilhados e da identificação de áreas críticas; maior transparência e eficiência na coordenação entre entidades, promovendo a confiança mútua e a tomada de decisões informadas; desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para a prevenção e mitigação de riscos rodoviários.