O Deputado Rui Cristina, eleito pelo Chega pelo círculo eleitoral de Beja, recomenda que o Governo tome medidas concretas para prevenir e punir os furtos de colheitas, combustível, gado e máquinas agrícolas, na região do Baixo Alentejo.Segundo nota de imprensa o parlamentar manifesta “profunda preocupação com a escalada de roubos que tem devastado os produtores …

O Deputado Rui Cristina, eleito pelo Chega pelo círculo eleitoral de Beja, recomenda que o Governo tome medidas concretas para prevenir e punir os furtos de colheitas, combustível, gado e máquinas agrícolas, na região do Baixo Alentejo.
Segundo nota de imprensa o parlamentar manifesta “profunda preocupação com a escalada de roubos que tem devastado os produtores do distrito de Beja, em especial os fruticultores de melão e melancia”.

“Recebo relatos quase diários: hectares inteiros de fruta desaparecem em poucas horas. Não é apenas o valor do melão ou da melancia que desaparece, são sistemas de rega destruídos, bombas vandalizadas, prejuízos que chegam a ser milhares de vezes superiores ao que é furtado”, sublinhou Rui Cristina.
“É inaceitável que quem trabalha a terra conviva com a impunidade. O Estado tem de estar ao lado dos agricultores com fiscalização efetiva, penas adequadas ao prejuízo real e mecanismos simples e rápidos de denúncia”, reforçou o deputado.

Para Rui Cristina as recomendações passam por: Reforço da fiscalização junto dos intermediários que compram e vendem produtos agrícolas, cobre e alfaias, envolvendo GNR, ASAE e Autoridade Tributária; Desmaterialização e simplificação da queixa/denúncia, permitindo submissão online direta às entidades competentes e à GNR territorial; Criação de apoios para instalação de portões e videovigilância nas propriedades rurais; Incentivo e regulamentação de contratos coletivos de segurança entre proprietários, à semelhança do modelo espanhol; Ajuste do quadro penal, agravando penas e considerando o prejuízo efetivo, a destruição de sobreiros para furtar cortiça deve ser qualificada como crime ambiental.

O comunicado salienta ainda que as associações de agricultores alertam para uma “cifra negra” significativa, já que muitos produtores desistem de apresentar queixa perante a perceção de impunidade e o tempo perdido em procedimentos burocráticos.