Cáritas Diocesana de Beja apela à ajuda com o peditório nacional
De 1 a 8 de março celebra-se a Semana Cáritas, com o peditório nacional integrado nesta iniciativa e a necessidade da “força da solidariedade e o impacto de cada gesto de cuidado” na ajuda a quem mais precisa com cerca de 200 voluntários envolvidos.“É da maior importância a colaboração de todos, não só do ponto …
De 1 a 8 de março celebra-se a Semana Cáritas, com o peditório nacional integrado nesta iniciativa e a necessidade da “força da solidariedade e o impacto de cada gesto de cuidado” na ajuda a quem mais precisa com cerca de 200 voluntários envolvidos.
“É da maior importância a colaboração de todos, não só do ponto de vista monetário, porque é precisamente para isso que serve o peditório, para angariarmos fundos para podermos ajudar as camadas mais fragilizadas das nossas comunidades, mas também ajudar os de cá. 50% do peditório fica para os problemas locais e dos outros 50%, 40% ficam para a Cáritas Diocesana de Beja fazer a sua distribuição e manutenção de todas as intervenções e os outros 10% vão para a Cáritas nacional para emergências nacionais”, justificou à Planície a presidente da Cáritas Diocesana de Beja, Maria Teresa de Almeida e Sousa.
Ao contribuir, está a ajudar a Cáritas Diocesana de Beja (CDB) a apoiar as famílias da Diocese, “promovendo a dignidade de quem atravessa momentos difíceis e construindo respostas às vulnerabilidades sociais na nossa região”, contextualiza a instituição.
Em 2025, a CDB atendeu e prestou apoio a 5.768 pessoas desta área territorial constituída por 17 concelhos, 14 pertencem ao distrito de Beja e três ao distrito de setúbal, quer seja na rua ou em formato digital no combate à pobreza e à exclusão social.
A tendência dos dados é de aumento no apoio prestado às várias carências sociais do distrito. “Este ano prevê-se que seja mais perto das 6000 pessoas porque temos todo o grupo de migrantes que precisam de apoio, o isolamento e o envelhecimento da população também contribuem para estes dados e as ajudas decorrentes das intempéries, apesar de no Alentejo interior não termos sofrido tanto, mais na parte litoral”, afirmou Maria Teresa de Almeida e Sousa.