“Duarte DArmas – Do Cálamo ao Drone”, é o nome da exposição itinerante do último livro do historiador Santiago Macias, apresentada hoje, dia 11, às 17h00, no futuro Centro Interpretativo do Barranquenho, antigo Centro de Saúde de Barrancos.A exposição que arrancou em Moura em janeiro deste ano, já passou actualmente por 12 locais, entre os …

"Duarte DArmas – Do Cálamo ao Drone", é o nome da exposição itinerante do último livro do historiador Santiago Macias, apresentada hoje, dia 11, às 17h00, no futuro Centro Interpretativo do Barranquenho, antigo Centro de Saúde de Barrancos.
A exposição que arrancou em Moura em janeiro deste ano, já passou actualmente por 12 locais, entre os quais a Igreja de Santiago, em Palmela, um dos sítios que não estava previsto na agenda, mas que deu uma grande visibilidade ao projecto por ser “um monumento nacional visitadíssimo”, explicou o autor em conversa com a Planície.

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A abordagem ao investigador serviu ainda para perceber o interesse do público pela mostra que alcançou o seu propósito, “o de democratizar a obra de Duarte Darmas” e torná-la acessível a todos. A exposição trouxe consigo um interesse crescente pelo tema, com a realização de conferências e apresentações que estão fora da mostra, mas que têm desencadeado uma forte relevância da parte do público.

Os números apresentados por Santiago Macias demonstram essa realidade:
“A exibição tem tido dezenas de milhares de visitantes nos sítios onde passou; o site www.duartedarmas.com que suporta a exposição foi visto mais de 50 mil vezes; o livro foi descarregado gratuitamente no site mais de 11 mil vezes e o filme foi visto mais de 2.500 vezes”.
“Estamos perante um projecto que tem divulgado bastante bem Duarte Darmas e vai no fundo confrontar aquilo que viveu em cerca de 1510, com a realidade actual”, resumiu o historiador, autor da mostra.
“Duarte DArmas – Do Cálamo ao Drone”, é uma iniciativa sustentável, em que o livro foi feito com materiais reciclados e a exposição também e o filme, só existe em suporte na internet.
Depois de Barrancos, Mourão e Oeiras espera pela exposição do investigador Santiago Macias, natural de Moura.