A proximidade de um olival às habitações da aldeia de Ervidel continua a gerar preocupação entre a população local. Perante a falta de respostas por parte do proprietário e das entidades competentes, o Movimento Ervidel em Ação solicitou uma reunião com o novo presidente da Câmara Municipal de Aljustrel. Rádio Planície · Manuel Nobre, do …

A proximidade de um olival às habitações da aldeia de Ervidel continua a gerar preocupação entre a população local. Perante a falta de respostas por parte do proprietário e das entidades competentes, o Movimento Ervidel em Ação solicitou uma reunião com o novo presidente da Câmara Municipal de Aljustrel.

No encontro, os representantes do movimento voltaram a alertar para um problema que se arrasta há cerca de um ano e que, segundo afirmam, continua a provocar sentimentos de insegurança entre os residentes. Foi também denunciado o alegado incumprimento da legislação em vigor, nomeadamente a inexistência de uma cortina arbórea obrigatória, com uma largura mínima de 10 metros junto ao perímetro urbano, conforme previsto no Plano Diretor Municipal (PDM).

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Outra das situações expostas prende-se com o encaminhamento das águas pluviais. De acordo com o movimento, a água da chuva continua a ser direcionada para o coletor urbano, provocando a sua sobrecarga e colocando em risco o normal funcionamento da infraestrutura. Esta situação já tinha sido anteriormente comunicada à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

Foi igualmente denunciado o corte unilateral, por parte do proprietário do olival, de um caminho público em novembro do ano passado. O referido caminho ligava a Travessa de Ferreira à Quinta Nova e era utilizado há várias décadas por moradores e agricultores. Desde então, os utilizadores veem-se obrigados a contornar a aldeia para aceder à Quinta Nova, o que tem causado transtornos significativos.

Perante as preocupações apresentadas, o presidente da Câmara Municipal de Aljustrel assumiu o compromisso de intervir na situação, reconhecendo que os problemas expostos já deveriam estar resolvidos caso tivesse existido uma atuação atempada por parte das entidades competentes.