Covid-19 - Surto de Reguengos de Monsaraz continua sem casos curados entre utentes do lar
Publicado | 2020-07-16 07:17:01
 
Quase um mês depois da sua deteção, o surto de covid-19 em Reguengos de Monsaraz continua sem casos curados entre os utentes do lar onde teve origem, segundo a atualização do boletim epidemiológico divulgada hoje pelo município.
 

O número de casos curados relacionados com o surto detetado em 18 de junho no lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS) subiu para 21 na quarta-feira (eram 20 na terça-feira), dos quais seis são funcionários da instituição e 15 são casos de infeção na comunidade.

A agência Lusa questionou o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, sobre a realização de testes de cura aos utentes, ao que José Calixto respondeu que esse processo “está sob a tutela da Autoridade de Saúde Pública”, mas adiantou saber que a testagem “está a decorrer”.

Desta forma, o número de casos ativos de covid-19 no concelho era de 124 na quarta-feira (menos um do que na terça-feira), o que se explica com o sexto caso de cura detetado entre os funcionários da FMIVPS nas últimas 24 horas.

Dos casos ativos, 84 estão diretamente relacionados com o lar da FMIVPS, distribuídos entre 19 funcionários (um óbito, seis curados) e 65 utentes (15 óbitos), enquanto os restantes 40 dizem respeito à comunidade (um óbito, 15 curados).

No Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) mantêm-se internadas sete pessoas do surto de Reguengos de Monsaraz, nomeadamente cinco utentes do lar, três dos quais em cuidados intensivos, e duas pessoas da comunidade, uma delas em cuidados intensivos.

Os números referem-se a um universo de 2.120 testes com resultado conhecido até ao final de quarta-feira, oitavo dia sem registo de qualquer novo caso de infeção na comunidade.

Com a situação no lar, o concelho de Reguengos de Monsaraz regista o maior surto no Alentejo da doença da covid-19 provocada pelo novo coronavírus.

Em Portugal, morreram 1.676 pessoas das 47.426 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Lusa

 



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