“Hidrogénio como vector de desenvolvimento do Alentejo” Hoje em debate
Publicado | 2020-07-14 07:03:14
 
Depois da primeira reunião do Projecto do Hidrogénio no Sudoeste Ibérico (SOIH2) onde focou-se no debate sobre o território e o potencial de desenvolvimento, numa abordagem estratégica para a região Alentejo-Extremadura (ALEX) em torno do hidrogénio, identificando diversos pontos para unir e atrair desenvolvimento tecnológico-industrial e criação de emprego.
 

A Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo – ADRAL- deu a conhecer que “Na sequência da primeira reunião, decorre hoje, 14 de Julho, a segunda jornada que vai abordar os projectos potenciais e, em vários casos, já apontados ao território que se configura como uma unidade de interesse comunitário na medida em que promove várias políticas comunitárias e regionais no espaço físico ALEX”.

Segundo a ADRAL “Pretende-se também incidir na temática em torno do Pacto Ecológico Europeu (Green Deal), da Estratégia Nacional para o Hidrogénio (EN-H2) e das condições de armazenagem do hidrogénio, com realce para o projecto de produção de hidrogénio verde em Sines e as suas implicações a nível regional, como seja o Laboratório Colaborativo e a estratégia de transição energética no Alentejo”.

Finalmente, apresentar-se-á o esquema em que se começou a trabalhar para que na reunião presencial, prevista para o mês de Novembro, em Badajoz, seja adoptada a estratégia do Projecto SOIH2, que definirá o Quadro Pluriregional Industrial, de Inovação e de Desenvolvimento Sócio-Económico para a região ALEX.

Esta Jornada, que ocorrerá em sessão especializada, sob a forma de webinário, pretende “constituir uma primeira abordagem ao tema e promover o potencial e as possibilidades que as tecnologias, na perspectiva da produção, distribuição, armazenagem e utilização do hidrogénio representam para o Sudoeste Ibérico”, como se lê no sítio web da Jornada.

Na equipa de parceiros portugueses, a ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo lidera a organização da Jornada que conta ainda com a participação da CCDR Alentejo e do Instituto Politécnico de Portalegre.

Recordamos que a EDP deu a conhecer hoje a antecipação do encerramento das centrais de carvão na Península Ibérica.

Referindo que “vai gastar 100 milhões de euros este ano para fechar a central de de Sines e a central de Soto de Ribera nas Astúrias”. E tendo agora como prioridade “investir no hidrogénio verde, que deverá ajudar a criar e a reconverter emprego no Alentejo”.

 



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