Covid-19 - 4 de Maio a data para o “limite máximo” do regresso às aulas
Publicado | 2020-04-02 14:02:01
 
Realizou-se na quarta-feira a segunda sessão sobre Covid-19 onde participaram técnicos, epidemiologistas, Direcção Geral da Saúde, líderes políticos e parceiros sociais. 4 de Maio foi a data que António Costa apontou para o “limite máximo” do regresso às aulas.
 

Em causa está a situação académica dos alunos do Ensino Secundário e a candidatura de acesso ao Ensino Superior. No caso das creches e pré-escolar, também se considera a mesma data, uma vez que o vírus atinge em menor escala a faixa etária das crianças mais pequenas.

A decisão será tomada a 9 de Abril, dois dias depois da terceira reunião com as mesmas entidades.

Segundo esclarecimento da secretária geral da CGTP, Isabel Camarinha ao PÚBLICO , “o prazo de 4 de Maio prende-se com o facto de, olhando para o calendário escolar como estava previsto, poder haver ainda um mês de aulas para os alunos do 11.º ano e do 12.º (que deveriam terminar a 4 de Junho), fundamental para leccionar o resto da matéria e poder prepará-los para os exames (entre 15 de Junho e 27 de Julho) e para que o processo de acesso ao ensino superior não sofra também atrasos.”

Desta forma, pondera-se ainda a reabertura parcial das escolas, apenas para o secundário. Por outro lado, esta é a faixa escolar onde se encontram professores com mais idade, aumentando assim o risco de contágio do novo coronavírus para os docentes.

 



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