Covid-19 – “Os casos do Alentejo maioria são importados” ARS Alentejo
Publicado | 2020-03-26 18:11:20
 
A Autoridade de Saúde Regional do Alentejo emitiu, hoje, um comunicado em que salienta que “na sequência da declaração, a 30 de Janeiro de 2020, de Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional pela Organização Mundial da Saúde, a Região Alentejo accionou de imediato, os mecanismos de Preparação e Resposta à Doença por novo Coronavírus (COVID-19), coordenados pela ARS Alentejo, em alinhamento com as orientações da DGS.”
 

A Delegada de Saúde Pública da Região Alentejo, Filomena Araújo, sublinha que “a rede de saúde pública da Região, tem activamente participado nas medidas de contenção, promovendo a avaliação de todos os casos suspeitos identificados, a vigilância de todos os casos que o justificaram e a investigação epidemiológica, em articulação com os recursos instalados SNS, LAM – Linha de Apoio ao Médico e Hospitais de referência, e os serviços de saúde da região”, e acrescenta que “até ao dia 25 de Março foram diagnosticados 20 casos confirmados. A maioria resultou de infecções contraídas fora do país, ou fora da região Alentejo.”

 

A responsável pela saúde pública do Alentejo, volta a alertar que “têm sido divulgadas as recomendações nacionais para a população sobre as medidas de prevenção, nomeadamente o distanciamento social (evitar contacto próximo com outras pessoas), a adopção de medidas de higiene das mãos, de limpeza de objectos e superfícies e de etiqueta respiratória (não espirrar, tossir ou falar em direção a outros ou para as mãos), e o recurso preferencial ao contacto com a linha SNS 24, medidas que todos devemos cumprir.

 

Filomena Araújo refere ainda que “o aumento do número de casos na Região Alentejo é a evolução esperada na situação epidemiológica em curso, pelo que se deve manter a serenidade e evitar medidas discriminatórias e de invasão de privacidade dos casos e seus contactos. Importa, a nível individual e colectivo, manter as medidas que promovem a contenção da doença por parte de todos os cidadãos”.

Os serviços de saúde continuam o trabalho de detecção precoce, vigilância e controlo para minimizar o número de casos.

 



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