Risco de pobreza no Alentejo situa-se nos 17,9%
Publicado | 2019-11-29 03:56:53
 
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, (INE), agora publicados, o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2019 sobre rendimentos do ano anterior, indica que 17,2% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2018, menos 0,1 ponto percentual (p.p.) que em 2017.
 
A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2018, à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 6 014 euros anuais (501 euros por mês, mais 34 euros que no ano anterior).
A redução do risco de pobreza abrangeu em particular os menores de 18 anos, de 19,0% em 2017 para 18,5% em 2018, e a população idosa de 17,7% para 17,3%. Apesar da redução do risco de pobreza infantil, em 2018 a presença das crianças num agregado familiar continuava a estar associada a um risco de pobreza acrescido, sobretudo no caso dos agregados constituídos por um adulto com pelo menos uma criança dependente (33,9%) e naqueles constituídos por dois adultos com três ou mais crianças dependentes (30,2%).
De acordo com o indicador que conjuga as condições de risco de pobreza, de privação material severa e de intensidade laboral per capita muito reduzida, 2 215 milhares de pessoas encontram-se em risco de pobreza ou exclusão social em 2019. A taxa de pobreza ou exclusão social é de 21,6%, idêntica à registada no ano anterior.
Segundo os dados agora publicados o Alentejo apresenta uma taxa de risco de pobreza de 17,9%, com base no limiar nacional e 16,3% calculada com base em linhas regionais.
 



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