Número de mortos aumentou 3% em 2018, Alentejo com a taxa mais alta
Publicado | 2019-11-18 04:25:27
 
Segundo os dados publicados, das Estatísticas Demográficas do INE, o número de óbitos em Portugal aumentou 3% em 2018 face a 2017, a maior parte correspondeu a pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos e as doenças do aparelho circulatório foram a principal causa.
 
Em 2018, a taxa bruta de mortalidade mais baixa pertenceu à Região Autónoma dos Açores (9,4) e as mais elevadas foram as regiões do Alentejo (14,8).
De acordo com as estatísticas, a taxa de mortalidade infantil subiu, de 3,3 óbitos por mil nados-vivos, quando em 2017 tinha sido de 2,7.
No ano passado, a taxa de mortalidade infantil mais baixa registou-se na Região Autónoma da Madeira e a mais elevada no Algarve. O número de óbitos durante o primeiro ano de vida foi superior em 2018 comparativamente a 2017, uma diferença de 0,2% (58 óbitos).
Segundo o documento, "a análise do índice mensal de mortalidade permite observar a sazonalidade da mortalidade. Em 2018, os meses de Janeiro e Fevereiro foram os meses de maior intensidade da mortalidade relativamente à média anual de óbitos. O excesso de mortalidade é, contudo, preponderante nas idades iguais ou superiores a 75 anos comparativamente aos óbitos de pessoas com idades inferiores".
No ano passado, as doenças oncológicas, foram a principal causa de morte na população masculina e as mulheres morreram principalmente devido a doenças do aparelho circulatório.
As Estatísticas Demográficas 2018 indicam que no período 2016-2018 a esperança de vida à nascença foi estimada em 80,8 anos para ambos os sexos, em 77,78 para os homens e em 83,43 para as mulheres.

 



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