Beja - Vereadores da CDU votam contra Mapa de Pessoal e IMI Familiar
Publicado | 2019-11-05 04:39:38
 
A Câmara Municipal de Beja, na última reunião extraordinária realizada, foram apresentadas as Grandes Opções do Plano, (GOP) e Orçamento para 2020, assim como o Mapa de Pessoal e o IMI Familiar.
 
Segundo uma nota de imprensa dos vereadores da CDU na Câmara de Beja os mesmos abstiveram-se em relação ao GOP e Orçamento para 2020 e votaram contra o Mapa de Pessoal e contra a proposta do IMI Familiar. 
O vereador da CDU da autarquia bejense, Vitor Picado adiantou que “no que respeita ao Mapa de Pessoal, uma análise mais cuidada ao documento é possível verificar que esta proposta ao nível dos assistentes operacionais, apresenta um número mais baixo de sempre. “E acrescenta que “não se justifica, na nossa opinião, quando há dois anos a esta parte se encontra aberta a possibilidade de contractar pessoal, para fazer face às necessidades. Ao contrário do que acontecia anteriormente em que no âmbito da intervenção da Troika as Câmaras estavam obrigadas a reduzir 2% de pessoal por ano.”
O vereador sublinha ainda que “continua a apostar-se no recrutamento de Técnicos Superiores e Assistentes Técnicos, reduzindo-se os postos de trabalho previstos para Assistentes Operacionais, pelo que não restará alternativa ao Município de, querendo fazer face aos graves problemas na higiene e limpeza urbanas, socorrer-se de empresas de trabalho temporário, como já fez, promovendo, assim, a precariedade laboral. “
Em relação ao voto contra na proposta do IMI Familiar Vitor Picado explica que “é uma proposta discriminatória.  Trata-se de um benefício que não considera as condições económico-sociais dos agregados familiares, sendo aplicável apenas consoante o número de dependentes, de forma cega e injusta, tendo sido proposto pelo Governo, em 2015, para justificar a retirada de direitos e apoios sociais, afectando sobretudo as famílias mais carenciadas.”
A abstenção em relação às Grandes Opções do Plano e Orçamento deve-se segundo os vereadores, ao facto de continuar a não existir uma estratégia de afirmação de Beja e do concelho.

 



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