Associação de Olivicultores do Sul quer reunião de urgência com Ministra da Agricultura
Publicado | 2019-10-29 04:33:06
 
A Associação de Olivicultores do Sul, (OLIVUM), emitiu um comunicado em que afirma estar sempre “disponível para colaborar com todas as entidades públicas e privadas de forma a evitar a perturbação dos ecossistemas associados ao olival, bem como para sensibilizar os seus associados para as melhores práticas ambientais de colheita da azeitona.”
 
Com a aproximação da época da colheita a Associação pediu reuniões ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), ao Instituto de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), à Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAPAL), bem como a outras organizações da fileira, de forma a recolher informação sobre os meios aconselhados de prevenção e atenuação dos possíveis impactos dos trabalhos de colheita, designadamente no que se refere à apanha mecanizada nocturna.
O documento adianta que a Olivum vai pedir o agendamento de uma audiência urgente com a nova Ministra da Agricultura e com a Comissão Parlamentar da Agricultura, que permita discutir de forma construtiva o futuro do sector. “O objectivo é salvaguardar as melhores práticas que permitam a protecção do meio ambiente que serve de sustento a todos os olivicultores. A OLIVUM acredita que é muito importante construir um conhecimento seguro e fundamentado acerca dos impactos que a colheita nocturna mecanizada pode ter sobre a avifauna que pernoita nos olivais e sobre eventuais medidas de salvaguarda que deverão ser adoptadas no futuro,” pode ler-se no comunicado que acrescenta “ a OLIVUM considera, assim, precipitadas e sem valor científico as acusações avulsas que estão a ser feitas por algumas associações ambientalistas, uma vez que decorrem estudos, que estão a ser realizados por entidades independentes e credíveis, não havendo, ainda, conclusões sobre os impactos reais da colheita mecanizada nocturna.”
Recordamos que foi feita uma recomendação por quatro Associações ligadas ao sector para que os seus associados evitem a prática da colheita nocturna mecanizada nesta campanha de 2019 e até serem conhecidas as conclusões científicas das entidades que estão a estudar a situação.
 



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