“CDU afirma-se como a segunda força mais votada no Alentejo” - Destacou a DRA do PCP
Publicado | 2019-10-17 04:01:30
 
A Direcção Regional do Alentejo do PCP, fez o balanço das eleições para a Assembleia da República, analisou os resultados eleitorais e avaliou o quadro político delas decorrente para a região.
 
Dias Coelho da DRA do PCP salientou alguns apontamentos sobre a reunião, “em primeiro lugar creio que é de relevar o facto de no conjunto dos 47 municípios alentejanos , termos recolhido o apoio de mais de 41.000 eleitores confirmando-se e afirmando-se como a segunda força mais votada para a Assembleia da República na região e a primeira nos concelhos de Avis e Mora, disse Dias Coelho e acrescenta que “os  resultados da CDU, que assumem uma importância maior tanto mais que foram obtidos num quadro em que o PS, utilizando e instrumentalizando todos os meios, incluindo os do Estado (misturando de forma vergonhosa a acção governativa e autárquica com a acção partidária) a que se soma a recorrência a manobras ilegais e dilatórias para impedir a campanha da CDU junto dos trabalhadores da autarquia, para diminuir a CDU e promover as suas candidaturas. 
Dias Coelho sublinha ainda “como elemento positivo o PS não conseguiu a tão almejada maioria absoluta”  lamentando que “o PS, na senda do eleitoralismo a par de outros anúncios em diversas áreas, tenha anunciado em pleno período eleitoral, o  reforço de verbas futuras para a cultura, e agora, os dados referentes ao concurso de apoio bienal às Artes, publicados com atraso, no dia 11 de Outubro, apontam para uma redução de 8% nas verbas para a Região Alentejo (mais de 180.000 euros), elegendo apenas duas das dezenas de candidaturas elegíveis, colocando em sérias dificuldades diversas estruturas face às necessidades da criação artística na região, evidenciando assim o que o PCP há muito vem denunciando: o orçamento para a Cultura é manifestamente insuficiente e põe em causa o cumprimento do direito à criação constitucionalmente consagrado.”  
A DRA do PCP reafirma a urgência da elaboração de um Plano de Apoio à Base Económica Regional, que integre diversos instrumentos de política pública desde: o financiamento; a aspectos regulamentares legais e fiscais; a campanhas de promoção e valorização dos produtos locais, privilegiando a intervenção das micro, pequenas e médias empresas.

 



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