Plataforma Alentejo reuniu com a Administração do Aeroporto de Beja
Publicado | 2019-10-01 04:31:37
 
Na sequência das reuniões de trabalho solicitadas pelo Secretariado da Plataforma Alentejo, teve lugar na semana passada, nas instalações do Aeroporto de Beja, a reunião com a Administração do Aeroporto de Beja/ANA-Aeroportos de Portugal.
 
A reunião serviu para permitir o aprofundamento das preocupações que a Plataforma Alentejo tem vindo a levantar sobre a utilização do Aeroporto de Beja e os impactos positivos que uma tal utilização poderá ter não só para todo o Alentejo como para todo o Sul do País. 
Claudino Matos, da Plataforma adiantou que “Os assuntos tratados na reunião foram basicamente sobre as condições actuais do Aeroporto de Beja, as suas potencialidades e os serviços que tem para oferecer.”
Plataforma Alentejo adiantou que “Entre as questões abordadas mereceram particular atenção as acessibilidades,  designadamente a ligação do Aeroporto à Linha do Alentejo (ferrovia), a necessidade da conclusão do IP8, a questão da rede de frio, da maior importância para o sector agro-alimentar, dispondo já o Aeroporto da pré-instalação para o efeito; a importância da agregação ao Aeroporto de uma Plataforma Logística e o desenvolvimento da Indústria Agro-alimentar dispondo o Aeroporto de uma área de 80 hectares para esse efeito; o crescimento sustentado que se tem vindo a verificar no sector do turismo no Alentejo e a importância deste poder beneficiar mais do Aeroporto.”
O movimento, após a reunião, salientou também que “Da troca de opiniões resultou claro que o Aeroporto de Beja está apto a receber no imediato 1 milhão e 500 mil passageiros por ano, que reúne condições excecionais para o tráfego aéreo e   tem todas as condições para a sua ampliação de acordo com eventuais necessidades futuras cabendo aos decisores políticos a clarificação do que se pretende realmente do Aeroporto de Beja e sobre a utilização militar da BA11.”
Claudino Matos, da Plataforma referiu também que “das principais conclusões retiradas da reunião foram que, a infraestruturas está disponível para a região, mas faltam as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias.”
 



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