Maior bosque ripícola de Portugal situa-se no Rio Ardila
Publicado | 2019-09-11 04:36:24
 
Quando a EDIA construiu a Albufeira de Pedrógão, foram plantadas 65 mil árvores de espécies ripícolas autocnes como medida de compensação pela área a submergir no Rio Ardila. Hoje passados 15 anos nas cabeceiras deste afluente do rio Guadiana, existe o maior bosque ripícola de Portugal plantado pelo homem.
 
Segundo informação da EDIA, são “três as espécies de árvores que compõem este bosque e que ocupa uma área com cerca de 200 hectares contínuos ao longo das margens deste rio, hoje albufeira de Pedrógão: Choupos, Freixos e Lódãos.
A largura deste bosque chega a atingir os 800 metros, 400 para cada margem, criando um verdadeiro oásis para a fauna e flora característica destes habitats, como são o caso das aves, entre elas várias espécies de Pica-pau, que encontra na madeira macia dos Choupos, o lugar ideal para escavar os seus ninhos.
Esta intervenção teve por base o plano de florestação da EDIA e que foi composto por três níveis de compensação, nomeadamente nas áreas junto à margem; áreas na envolvente territorial das albufeiras (500m) e áreas já incluídas no território envolvente mais distante.”
A intervenção implementada nas cabeceiras do Rio Ardila teve como base o primeiro nível que, para além da compensação da galeria ripícola então existente no rio Ardila, teve como objectivo a criação de um filtro natural para as escorrências que afluem à albufeira, melhorando a qualidade da água, ao mesmo tempo que as próprias árvores constituem agora exemplares dadores de sementes para a regeneração do próprio bosque, hoje muito visível.

 



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