Fábrica de desmantelamento de aviões já não vai ficar no aeroporto de Beja
Publicado | 2019-08-19 04:15:27
 
Noticias vindas a público avançam que a Aeroneo, empresa que se propunha a realizar o desmantelamento de aeronaves no aeroporto de Beja, já não o vai fazer. O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho terá afirmado que a empresa e o Estado não teriam chegado a celebrar o contracto anunciado em 2017.
 
O presidente da Distrital de Beja do PSD, Gonçalo Valente adiantou à Planície que “esta última decisão é mais um retrocesso no desenvolvimento do Baixo Alentejo. O Governo continua a discriminar-nos e a bloquear o nosso crescimento. “Gonçalo Valente acrescenta que” a empresa que tinha previsto investir nos novos hangares no aeroporto de Beja, considerou que o espaço destinado poderias ter condições para ser dotado de outras valências, nomeadamente manutenção, modificação e reparação de aviões. Curiosamente ou talvez não, o Governo não concordou com esta alteração por contrariar a resolução do conselho de ministros. Contraria de facto, mas de forma positiva.”
O presidente da Distrital do PSD explica que “o investimento é maior, consequentemente torna-o mais ambicioso e vem trazer um valor acrescido para a região.” Gonçalo Valente não entende porque para uns a resolução do conselho de ministros é vital e para outros não é como no caso do novo aeroporto do Montijo em que o governo passou por cima do pré-requisito do impacto ambiental.
A Planície tentou falar com o presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, mas não foi possível até ao fecho da redação.
 



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