Em Portugal podem ser criados 750 empregos com cultivo de canábis
Publicado | 2019-04-16 04:17:32
 
O cultivo da planta de canábis para fins medicinais, legalizado e regulamentado em Janeiro, vai criar 750 postos de trabalho em Portugal — entre mão-de-obra agrícola até áreas qualificadas como a farmácia, biologia e engenharia química.
 
Esta é a perspectiva das quatro empresas que já se estão a instalar neste sector, que partilharam com o Jornal Económico que já estão a ser investidos valores na ordem dos 160 milhões de euros. 
A Sabores Púrpura, uma empresa de Coimbra mas que tem duas plantações em Tavira, Algarve, foi a primeira a receber a autorização (renovada anualmente) do Infarmed para participar nesta indústria — ao Jornal Económico, a empresa indicou que vai investir 100 milhões de euros e criar 400 postos de trabalho.
Outra empresa, de Sintra, a RPK Biopharma terá investido 40 milhões na fábrica em Aljustrel e vai criar 150 empregos. A terceira é a Tilray, uma canadiana que investiu 20 milhões numa fábrica em Cantanhede que está iniciar os trabalhos. Existe, ainda, a Terra Verde, uma empresa que já foi criada em 2014 e opera a partir da região de Setúbal. 
 



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