Restrições em Alqueva para culturas permanentes fora da mancha de regadio
Publicado | 2019-03-26 04:52:59
 
Segundo a EDIA, não há restrições em relação ao regadio para o ano de 2019, no entanto tem-se realizado algumas acções de sensibilização como explicou à Planície o Presidente do Conselho de Administração, Pedro Salema.
 
“A EDIA tem feito algumas acções de sensibilização para garantir que temos um uso o mais eficiente possível da água para que não haja desperdício, perda desnecessária de água que é valiosa.” 
O administrador adiantou ainda que “dentro dos perímetros explorados pela EDIA, nos 22 aproveitamentos agrícolas, como nos perímetros que estão ligados às estruturas da EDIA não vai haver restrições em 2019. Estamos a contar satisfazer todos os pedidos sem qualquer restrição”
Sobre as novas culturas José Pedro Salema sublinhou que “o que temos feito é avisar os investidores que a área com culturas permanentes não pode crescer descontroladamente e fora da zona que está pensada para ser regada. Porque se esticarmos a mancha de regadio definitivamente, há um momento em que não vai haver água. A água ainda não estica, como podem esticar alguns olivais ou como podem crescer algumas plantações. É por isso que a EDIA tem avisado os investidores, para garantir que têm autorizações e acesso à água para futuras plantações.” 
O presidente da EDIA sublinhou ainda que “a mensagem que temos passado desde o princípio do ano é que os regantes precários, aqueles que estão fora da manha de regadio devem sempre pedir autorização à EDIA, para se inscreverem para terem acesso à água. A EDIA não vai autorizar novos regantes precários, com culturas permanentes, a partir de 2019. Porque já têm uma área significativa fora da mancha de regadio e não podemos continuar a crescer desta forma. É a restrição que existe, é para o crescimento de culturas permanentes fora da zona de regadio.” 
Por último José Salema acrescentou que “há muita área de Alqueva para explorar dentro das manchas, portanto estamos muito longe ainda de termos atingido a capacidade do sistema. Temos é que fazer uma gestão cuidadosa para garantir, que os investimentos que estão lá instalados perdurem durante muitos anos.”
 



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