CAP defende novo Modelo de Contrato Social para os Produtores Florestais
Publicado | 2019-03-06 17:15:07
 
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) realizou a primeira sessão do ciclo de conferências “Gestão Florestal, Território e Riscos Naturais”, com o intuito de promover uma melhor compreensão de como o fenómeno dos incêndios rurais tem evoluído nas últimas décadas e acerca do contexto em que a silvicultura se desenvolve no nosso território.
 
Na sessão que teve lugar em Lisboa, foram abordadas questões como a mudança do clima e a recorrência de eventos meteorológicos extremos, a relação da composição específica da floresta com os incêndios, assim como as alterações do uso do território rural, da sua população e das condições sociais e económicas em que a gestão da floresta ocorre.
Segundo a CAP  “é necessário um novo modelo de contrato social para os produtores florestais, uma vez que as exigências e condições propostas pela sociedade aos produtores florestais apenas poderão ser aceites e cumpridas se forem exequíveis e tecnicamente corretas.”
De acordo com a Confederação, “as medidas propostas deverão sempre assentar no melhor conhecimento técnico e científico existente e ser compatíveis com os modelos de silvicultura a que se destinam. A prescrição de medidas formuladas por leigos, desprovidas de conhecimento e fundamentação técnica, não só descredibilizam os poderes públicos como podem acarretar maior desorganização de uma silvicultura já fortemente comprometida.”

 



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