Novas culturas em Alqueva a serem investigadas
Publicado | 2019-01-14 04:14:03
 
Já se encontra disponível no site da EDIA o Anuário Agrícola de Alqueva de 2018. Esta publicação tem como objectivo fornecer um quadro, tão claro quanto possível, dos sistemas de produção existentes e potenciais em Alqueva, por forma a auxiliar os agricultores da zona e investidores a desenvolverem actividades agrícolas sustentáveis.
 
Segundo o anuário, no EFMA, neste momento, existem novas culturas que têm vindo a ser investigadas, estando previsto o desenvolvimento de alguns projectos. Assim, o bambu (13 ha inscritos), cana para paletes, pistacho (1.2 ha inscritos),cânhamo, abacate, algodão, entre outras.

Embora, neste momento estas culturas não tenham expressão na região, poderão no futuro, com base em cultivares adaptadas à região, e após um conhecimento das melhoras técnicas culturais e existindo canais de comercialização estabelecidos, ter alguma importância.
Este ano surgiu nos perímetros de Alqueva o interesse especial por uma nova cultura, o canábis. A EDIA tem recebido solicitações de diversas empresas, quer nacionais quer estrangeiras, sobre a possibilidade de instalar campos e estufas de canábis na região. O anuário adianta que: “Neste momento em fase mais avançada e já com experimentação no campo, existe o investimento da empresa RPK BIOPHARMA. Apesar destes investimentos em particular, serem num perímetro de rega vizinho, vem corroborar o interesse e o potencial que a cultura pode ter na região.

A RPK BIOPHARMA pretende plantar cerca de 65 ha de canábis ao ar-livre, e ainda construir uma unidade de transformação para a produção de óleo de canábis.” No que diz respeito ao licenciamento, “os respectivos os processos de licenciamento (plantação e fabrico) estão a decorrer junto do Infarmed.

Relativamente a outras empresas, sabemos que existem já outros processos de autorização em andamento, e que no decorrer do próximo ano, poderão existir novidades, sobre novas empresas a instalarem-se em Alqueva, para a produção e transformação de canábis,” adiantou a EDIA.
 



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