Moura Fábrica Solar fecha portas e atira uma centena de trabalhadores para o desemprego
Publicado | 2019-01-08 04:33:34
 
Começou da pior forma este ano de 2019 para os 105 trabalhadores da Moura Fábrica Solar.
 
A unidade fabril, propriedade da espanhola Acciona, vai fechar portas e já comunicou aos trabalhadores, esta segunda-feira, que vai avançar com o processo de despedimento coletivo.

A Moura Fábrica Solar foi uma das contrapartidas no processo de compra da Central Fotovoltaica de Amareleja, tendo a Acciona ficado obrigada a manter a unidade a laborar durante 10 anos. Nesse período a vida da MFS e dos seus trabalhadores conheceu momentos conturbados, entre os quais um layoff que durou mais de dois anos (2012-2015). 

Em 2015 a chinesa JinkoSolar, líder mundial no sector fotovoltaico, chegou a acordo com a Acciona para explorar a Moura Fabrica Solar, tendo mesmo equacionar a expansão desta unidade fabril, o que acabou por não acontecer, tendo a JinkoSolar comunicado, no decorrer do ano passado, que não tinha intenção de renovar o contrato de exploração. 

Com o afastamento dos chineses, a ausência de um investidor e o fim da obrigatoriedade em manter a unidade a laborar, a Acciona decidiu agora avançar para o despedimento coletivo. 

Refira-se que a Acciona mantém no entanto a exploração da Central Fotovoltaica de Amareleja, da qual é também proprietária.
 



Leia esta notícia na integra na edição impressa do Jornal «A Planície»
Untitled Document Untitled Document Untitled Document
21 23
6 7
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Untitled Document
 
    © 2015 - Sociedade Editorial Bética, Lda