Para o deputado do PCP 2018 não trouxe grandes diferenças para o Baixo Alentejo
Publicado | 2018-12-27 04:45:13
 
O deputado do PCP eleito por Beja, João Dias, em declarações à Planície frisou que “ o PCP tenta aproveitar todas as oportunidades que tem para melhorar as condições de vida das populações e dos trabalhadores.
 
Muito do que foi conseguido durante 2018 para a nossa região também tem reflexos nas outras áreas do País. O PCP interveio na Assembleia da República com projectos de resolução no âmbito do que tem a ver com as acessibilidades, nomeadamente a rodovia e a ferrovia. Defendemos que deveria ser aprovado um plano rodoviário para todo o Alentejo, com maior incidência na região do Baixo Alentejo e no Litoral Alentejano.” O parlamentar sublinhou ainda que “ alguns dos projectos apresentados não viram a luz do dia, face à posição do PSD e PS, que muitas das vezes não os acompanhavam.” João Dias falou também da saúde onde conseguiram a aprovação da ampliação do Hospital de Beja. “Este foi provavelmente um dos projectos com maior dimensão, com um valor de 25 milhões de euros e que esperamos que o Governo dê um sinal efectivo da construção desta II fase. De facto o Orçamento de estado não veio corresponder na forma que nós queríamos, esperemos que concretize este projecto de resolução que foi apresentado pelo PCP e foi aprovado por unanimidade na Assembleia da República.” Sobre o ano que está agora a terminar o deputado salientou que “não podemos esconder nem escamotear aquilo que foi um ano que não trouxe grandes diferenças para a nossa região. A única obra que foi concluída, foi em 2017 e ainda está por abrir. Até muitas vezes referimos ao Ministro do Planeamento, que há um receio em concluir obras, a necessidade delas serem terminadas é imensa, mas é um receio, porque ele tem o mau hábito de enterra-las e não deixar utilizá-las.” João Dias terminaria por afirmar que “para a nossa região em concreto e naquilo em que se está carenciado não trouxe grandes diferenças, relativamente aos outros anos. Por isso, mantemos uma postura interventiva, levar a cabo novas propostas e, reafirmar aquilo que é a defesa das populações do Baixo Alentejo e do Alentejo.”
 



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