Criação da Comunidade Regional do Alentejo-CRA
Publicado | 2018-11-08 04:11:19
 
A Comissão Promotora de AMAlentejo considera a subscrição, divulgação e participação na “PLATAFORMA ALENTEJO-Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional”, um imperativo de consciência de todas e todos os que pugnam pelo desenvolvimento económico, social e cultural do Alentejo e pela sua preservação ambiental, um dos objectivos estratégicos e razão de ser do Movimento AMAlentejo, assim como a criação da Comunidade Regional do Alentejo.
 
Segundo declarações de José Soeiro à Planície é de extrema importância que “agentes económicos, instituições do saber, movimentos de opinião, deputados, autarcas, sindicalistas e dirigentes partidários regionais dos partidos com assento na Assembleia da República, unam esforços e desenvolvam as iniciativas necessárias para consagrar as mesmas medidas fundamentais para todo o Alentejo, mas também de interesse nacional, como a electrificação e modernização de toda a rede ferroviária do Alentejo, a inserção do aeroporto do Alentejo/Beja, no sistema aeroportuário do Continente e se concluam com carácter de urgência alguns dos eixos rodoviários estruturantes que há muito deviam estar concluídos e ao serviço do desenvolvimento regional.

A consideração e assumpção destas medidas como de interesse nacional, que irão potenciar investimentos tão importantes como Alqueva ou o Porto de Sines, em nada diminui a importância de outros investimentos estruturantes para o Alentejo.” 

Em relação à CCR do Alentejo, José Soeiro considera que “a ausência de uma posição clara por parte da CCR do Alentejo sobre estas questões, confirmando a dependência desta instituição das decisões e orientações emanadas do Governo, veio colocar em evidência a necessidade e urgência de levar à Assembleia da República o projecto de lei de iniciativa cidadã, apresentado pela Comissão Promotora de AMAlentejo, que cria a Comunidade Regional do Alentejo-CRA, solução democrática e constitucional em que o Poder Local substituirá o Poder Central na representação e gestão dos recursos disponibilizados para a Região, sem acarretar quaisquer impactos negativos em termos de Orçamento de Estado.” 
 



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