Queimadas entre as causas dos fogos mais frequentes em 2018
Publicado | 2018-08-30 01:47:11
 
As queimadas foram a principal causa dos incêndios investigados entre 1 de Janeiro e 15 de Agosto, segundo do último relatório provisório de incêndios rurais do Instituto de Conservação da Natureza e da Floresta (ICNF).
 

“Do total de 7670 incêndios rurais verificados no ano de 2018, 4850 foram investigados e têm o processo de averiguação de causas concluído (63% do número total de incêndios - responsáveis por 17% da área total ardida).

Destes, a investigação permitiu a atribuição de uma causa para 3421 incêndios (71% dos incêndios investigados - responsáveis por 14% da área total ardida).

Até à data, as causas mais frequentes em 2018 são: Uso do fogo - Queimadas (66%) e Incendiarismo - Imputáveis (14%).”

Este ano foram registados menos 40% de incêndios rurais e menos de 49% de área ardida relativamente à média anual do período dos últimos dez anos, destaca o relatório do ICNF.

“O ano de 2018 apresenta, até ao dia 15 de agosto, o 2.º valor mais reduzido em número de ocorrências e o 5.º mais reduzido de área ardida, desde 2008”.

Ainda no que diz respeito à área ardida, o ICNF destaca que os incêndios com área ardida inferior a um hectare são os mais frequentes em 2018 (87% do total de incêndios rurais).

No que se refere a fogos de maior dimensão, até 15 de agosto existe apenas um incêndio com área ardida superior ou igual a 1.000 hectares (o de Monchique, distrito de Faro, que destruiu uma área de 26.763 hectares).

No que se refere ao Distrito de Beja, até 15 de Agosto o incêndio de maior dimensão registou-se em Castro Verde, no dia 22 de Julho, tendo ardido 64ha de área agrícola. No total o distrito de Beja registou 137 incêndios rurais tendo ardido um total de 368ha.

 



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