António Costa fecha Jornadas Parlamentares do PS no Paredão de Alqueva
Publicado | 2018-07-03 04:42:53
 
O PS reuniu-se em jornadas parlamentares nos distritos de Évora e Beja, que chegam hoje, terça-feira, ao fim numa sessão que contará com a presença de António Costa.
 
As jornadas decorreram durante dois dias, e os principais temas tratados estiveram relacionados com a coesão territorial e a descentralização, sendo esta prioridade política dos deputados socialistas e do Governo. 

Carlos César, líder da bancada socialista, revelou que pretendem concretizar ainda este mês, no parlamento, os princípios do acordo político celebrado em Abril passado entre o Governo e a liderança do PSD de Rui Rio para a reforma da descentralização de competências.
Tomando como exemplo o projecto do Alqueva, os socialistas tinham também como objectivo demonstrar a importância do investimento público nas políticas de coesão territorial. 

De acordo com o Presidente do Grupo Parlamentar do PS, o projecto de expansão do Alqueva vai ter um novo investimento na ordem dos 300 milhões de euros com a expansão do regadio com mais 40% da área abrangida, onde está incluído o concelho de Moura.

Já o deputado socialista, Pedro do Carmo, fez um balanço do primeiro dia, destacando o Alqueva e o arranque para o projecto da electrificação da linha ferroviária de Beja.

Antes de António Costa encerrar as jornadas com o seu discurso, realizou-se um debate sobre o "Desenvolvimento regional no contexto das alterações climáticas", que contou com a intervenção do ministro da agricultura, Capoulas Santos, do presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Jorge Miguel Miranda, e do professor Mário Carvalho da Universidade de Évora.

Em seguimento das Jornadas Parlamentares do PS, o Movimento Beja Merece Mais reuniu-se com Carlos César e alguns deputados do PS, tendo abordado as quatro áreas fundamentais para o Distrito: as ligações ferroviárias, o aeroporto; a saúde e as acessibilidades.

Florival Baioa do Movimento Beja Merece Mais adiantou à Planície que foi uma reunião cordial, onde explicaram as preocupações da população e que até agora não se tem visto nenhum investimento nestas áreas e não se prevê nenhuma solução nem a curto nem a médio prazo. Segundo o Movimento o que houve por parte do PS foi que iria saber o que se passava e fazer pressão para que algumas obras pudessem avançar. Para Florival Baioa uma das causas da decadência do caminho-de-ferro no Distrito, foi exactamente o abandono do ramal entre Moura e Beja que era fundamental para dar mais consistência territorial ao Baixo Alentejo.
 



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