Aeroporto de Beja permite poupança de mais de 350 milhões de euros mesmo modernizando a ferrovia e rodovia da região
Publicado | 2018-06-12 04:26:17
 
O Movimento AMAlentejo diz que o PNPOT - Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do Território contem um crime económico, social e ambiental, que advém da construção do novo aeroporto do Montijo. José Soeiro, do Movimento AMAlentejo explicou à Planície que foi lançada uma petição pública, que irá terminar no próximo dia 15 deste mês.
 
José Soeiro, relembra que, Beja, deverá ser a solução para fazer face à saturação dos aeroportos de Lisboa e também de Faro. De acordo com este movimento o Aeroporto de Beja está concluído e pronto a começar a operar, sendo que esta opção permitiria poupar aos cofres públicos cerca de 400 milhões de euros. 

Relativamente à falta de ligações ferroviárias e rodoviárias entre Beja e Lisboa, José Soeiro, defende que, se deve utilizar essa poupança de 400 milhões de euros para concretizar a electrificação e modernização da linha ferroviária do Alentejo, nomeadamente a electrificação entre Beja-Lisboa; electrificação e modernização entre Beja-Funcheira, que liga à linha Lisboa Faro; e a electrificação entre Elvas-Portalegre.

Estas intervenções segundo o AMAlentejo representariam um investimento público de cerca de 30 milhões de euros, muito abaixo dos 400 milhões de euros que custa o novo aeroporto do Montijo.

Relativamente à rodovia, o movimento AMAlentejo defende a ligação da A2 ao IP8 em perfil de auto-estrada e abrir ao trânsito o lanço, que já se encontra concluído, entre a A2 e o lugar da malhada velha.
 



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