FAABA considera afirmações de «representantes» dos regantes do Alqueva despropositadas
Publicado | 2018-04-17 04:39:14
 
A FAABA-Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo emitiu uma nota onde repudiar a notícia publicada recentemente na comunicação social sobre a representatividade dos regantes dos 22 blocos de rega, na Comissão de Acompanhamento do Regadio de Alqueva.
 
A FAABA considera que a eleição da representatividade dos regantes carece de legitimidade. Esta, resultou de reuniões promovidas pela EDIA, cujas convocatórias não mencionavam especificamente que se tratava da eleição de um representante dos agricultores, para cada bloco de rega. Acresce ainda que, em cada bloco os beneficiários não estão organizados em associações. Assim, qualquer agricultor eleito numa destas reuniões, independentemente da sua capacidade ou competência, carece de legitimidade representativa. Além do mais, as referidas reuniões foram muito pouco participadas, menos de 5% de presenças, o que reforça ainda mais a fraca representatividade do agricultor eleito. 

A FAABA recorda que também não é verdade que os agricultores pertencentes aos 22 blocos de rega não estejam representados no CAR Alqueva onde têm assento, para além dos representantes governamentais do Ministério da Agricultura e da EDIA, as associações de regantes da região e a sua federação, a Fenareg, a Confederação de Agricultores de Portugal, a Confagri, a Associação de Jovens Agricultores de Portugal, Federação de Agricultores do Baixo Alentejo e a Associação de Agricultores do Baixo Alentejo.
É igualmente entendimento da FAABA que a posição do Ministério da Agricultura é a correcta, quando admite que só agricultores organizados em associações ou outras estruturas similares, de acordo com o Decreto-Lei que regula novas áreas de regadio, poderão integrar o CAR Alqueva.

A FAABA considera ainda da máxima importância que os agricultores destes 22 blocos se constituam em associações de regantes, ou integrem algumas das associações já existentes. Esta é a forma de poderem e deverem ganhar legitimidade, e poderem integrar, não só a referida comissão de acompanhamento, mas também participar no processo de gestão futura de todo o perímetro do EFMA.
 



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