Portugueses pensam gastar cerca de 420 euros no período de Férias da Páscoa
Publicado | 2018-03-29 03:57:20
 
Passar férias fora de casa acarreta, muitas vezes, mais gastos para os consumidores, nomeadamente em alojamento, refeições ou deslocações. Este ano os consumidores prevêem gastar, em média, 421 euros no período de férias pascais.
 
A perspectiva de gastos dos portugueses que pretendem passar férias em Portugal é menor, 326 euros em média, do que os que têm intenção de as passar no estrangeiro, que é de 746 euros.

De acordo com o estudo Observador Cetelem Páscoa 2018, 47% dos portugueses vão passar férias na Páscoa e deverão gastar, em média, 421euros. Entre estes, cerca de metade (52%) planeiam gastar no máximo 500 euros durante a semana santa. Já 16% consideram que este valor é baixo para os gastos que planeiam vir a ter no período de férias e esperam gastar entre 501 euros a 1000 euros. Existem ainda 7% dos inquiridos que indicam poder gastar acima desse valor. 

A deslocação para um país estrangeiro acarreta sempre mais custos. Seja pela deslocação ou pelo alojamento, os gastos médios dos portugueses que pretendem passar férias fora de Portugal chegam aos 746 euros, valor bem mais elevado do que a média de 326 euros apontados pelos inquiridos que preferem ficar em Portugal para gozar o período de descanso. Segundo o estudo Observador Cetelem Páscoa 2018, 45% dos portugueses que vão permanecer no país gastarão entre 101 euros e 500 euros. Quanto aos que viajam para fora, 72% assumem não conseguir gastar menos de 500 euros e 36% asseguram mesmo que pensa ter encargos superiores a 1000 euros.

Embora o valor gasto seja bastante diferente, o destino do dinheiro é semelhante entre os que saem e os que permanecem em Portugal. O estudo aponta para que, em média, 54% do valor total gasto nas férias da Páscoa fora do país seja destinado à estadia, incluindo alojamento e refeições. Os restantes 28% terão como fim a deslocação, nomeadamente transportes, combustível ou portagens. Para aqueles que vão permanecer em território nacional, os valores não divergem grandemente – 53% dos gastos destinam-se à estadia e 27% aos custos de viagem e deslocação.
 



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