“Horários-zero” preocupam professores da zona sul
Publicado | 2015-08-26 00:09:19
 
Milhares de professores aguardam ainda a sua colocação numa escola, em resultado do concurso de Mobilidade Interna. Entre estes docentes dos Quadros de Zona Pedagógica e dos Quadros de Escola/Agrupamento, encontram-se centenas dos chamados “horários-zero”.
 

Na Zona Sul verifica-se que, embora não havendo uma redução significativa no número de alunos do 3º ciclo e secundário, é precisamente aí que se encontra o maior número de professores sem componente lectiva atribuída: Em Beja no total há 34 docentes com menos de 6 horas lectivas, no 3º Ciclo e Secundário 20 docentes.

 “Estamos preocupados, devido a este ano, haver um número mais elevado de possíveis horários-zero...” palavras à Planície de Manuel Nobre, do Sindicato dos Professores da Zona Sul. O docente salienta ainda a preocupação do início do ano lectivo com precariedades e injustiças para muitos professores.

O sindicato lembrar ainda que o elevado número de docentes com horários-zero nas escolas resulta directamente de medidas deliberadas nesse sentido, impostas pelo MEC, de entre as quais se destacam a eliminação de disciplinas, o fim dos desdobramentos de turmas em determinadas áreas curriculares, o aumento do número de alunos por turma, a criação de mega-agrupamentos, o encerramento de escolas do 1º ciclo, a subversão dos horários de trabalho dos docentes ou o desrespeito pelas normas que impõem a redução do número de alunos nas turmas com alunos que apresentem necessidades educativas especiais.

 



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