PS e PSD inviabilizam construção da 2ª fase do Hospital de Beja
Publicado | 2020-11-26 10:55:42
 
A proposta apresentada pelo PCP referente à aprovação da revisão do projecto construção do Corpo G – 2ª fase do Hospital de Beja, não passou no Parlamento devido aos votos contra do PS e abstenção PSD. Recordamos que está a ver votado na especialidade, o Orçamento do Estado para 2021, em que foram apresentadas várias alterações.
 

O deputado do PCP eleito por Beja, João Dias, em relação a ser chumbada na Assembleia da República a aprovação da revisão do projecto de construção do Corpo G do Hospital de Beja, referiu à Planície que “entendemos que a obra é decisiva, para a resposta que podemos dar em termos de saúde à nossa população. Eu tenho apelidado esse edifício como um novo hospital, porque estamos a falar de uma volumetria que é superior ao edifício principal do actual. São 3 pisos com 80m de comprimento e 33 de largura”.

O parlamentar acrescentou que “estamos a falar de uma situação, em que colocámos no O.A., a aprovação da revisão do projecto, porque isto tem sido uma longa luta, que o PCP tem travado, para que se concretize de uma vez por todas, esta importante infraestrutura”.

O deputado sublinha ainda que “este projecto já tem cerca de 40 anos de existência e a verdade é que PS e PSD acabaram sempre por o rejeitar. Trata-se de uma votação em que aqueles que dizem defender o Alentejo, aqui mais uma vez, quando tinham oportunidade de o fazer, acabaram por estar contra os interesses da população”. E questiona, “aquilo que temos que dizer é, porquê?  Porque é que o PS e PSD decidiram inviabilizar a construção deste novo edifício?”

Sobre o investimento, João Dias salienta que “neste momento sabemos que a obra com acesso a fundos comunitários, traria um investimento de fundos nacionais, apenas na ordem dos 4 milhões de euros. Significaria que nós estávamos a criar condições para podermos reter e captar o interesse de mais profissionais para a nossa região. Se não tivermos essas infraestruturas, a primeira questão que os profissionais vão fazer, no momento em que tiverem que decidir onde vão ficar, é o que os leva a ir para Beja. Se não tivermos condições para melhoria do seu desempenho e desenvolvimento profissional, certamente que não escolhem esta cidade”.

A votação realizada hoje, teve o voto contra do PS, a abstenção do PSD e os restantes partidos com assento na Assembleia votaram a favor.

 



Leia esta notícia na integra na edição impressa do Jornal «A Planície»
Untitled Document Untitled Document Untitled Document
20 19
13 11
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Untitled Document
 
    © 2015 - Sociedade Editorial Bética, Lda