Covid-19 - Economia das zonas rurais ameaçada com a proibição da caça
Publicado | 2020-11-12 04:51:15
 
As três principais organizações do setor da caça não aceitam a discriminação que o Governo está a fazer ao sector cinegético e exigem que determine que o exercício da caça faça parte da lista de actividades para a qual podem ser realizadas deslocações durante a pandemia.
 

Segundo comunicado conjunto da FENCAÇA, CNCP e ANPC “Em causa está o facto do Governo não ter incluído expressamente a caça como actividade para a qual podem ser realizadas deslocações nos 121 concelhos onde existe dever cívico de recolhimento domiciliário, nem ter, até ao momento, considerado a caça como equiparada às expceções vigentes”.

“Deveria tê-lo feito por se tratar de uma actividade de ar livre, envolver o exercício físico, ter um caráter sociocultural e incluir a prestação de serviços, excepções que constam da lista de deslocações autorizadas”. Refere o Comunicado.

Em causa, segundo esta informação, “está a viabilidade de milhares de organizações e empresas ligadas à caça e que desenvolvem a sua actividade em zonas rurais e em povoações do interior, bem como os

restaurantes e as pequenas unidades hoteleiras das zonas rurais, que têm nos caçadores os

clientes que lhes permitem manter a porta aberta nesta altura do ano.

A caça representa, anualmente, receitas de 450 milhões de euros, envolvendo 240 mil caçadores registados e cerca de 5.400 entidades concessionárias de zonas de caça, assim como milhares de postos de trabalhos permanentes e temporários, directos e indirectos, em especial nas zonas rurais.

 



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