Hospital Central do Alentejo pode dar resposta a 500 mil utentes
Publicado | 2020-11-09 09:07:00
 
O Primeiro-Ministro António Costa afirmou que, apesar do esforço enorme que a pandemia exige, o Governo continua a reforçar o Serviço Nacional de Saúde e a melhorar a sua capacidade de resposta porque “há vida para além do Covid”.
 

Na cerimónia de assinatura da adjudicação da obra do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora, em que esteve também presente a Ministra da Saúde, Marta Temido, António Costa destacou a importância desta infraestrutura, que terá um custo de 200 milhões de euros, dos quais 40 milhões oriundos de fundos europeus.

“O apoio da União Europeia é fundamental, mas o grande esforço é do orçamento nacional. E é um esforço que é necessário e que temos de continuar a prosseguir”, disse o Primeiro-Ministro, dando como exemplo o investimento previsto para a construção dos hospitais do Seixal, Sintra, Oriental de Lisboa, e para as dezenas de novos centros de cuidados de saúde primários, para a rede de cuidados continuados integrados, e para o desenvolvimento do plano de saúde mental.

António Costa referiu-se ainda à adjudicação da construção deste hospital como “um bom testemunho de como a resposta à crise que estamos a viver é completamente diferente da resposta que se deu à crise que vivemos em 2011”.

“Nessa altura a resposta à crise foi a de suspender o investimento público, designadamente, a construção deste hospital. A resposta que estamos a dar a esta crise é precisamente a oposta” porque “num momento de crise tão profunda” o Estado “tem de mobilizar os seus recursos, os recursos europeus e, assim, contribuir para a melhoria económica do País”, disse ainda.

O novo hospital vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha para cerca de 200 mil pessoas e de segunda linha para mais de 500 mil pessoas.

O hospital terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, a qual poderá ser aumentada, em caso de necessidade, até 487 camas.

Terá o total de 11 blocos operatórios, três dos quais para actividade convencional, seis para actividade de ambulatório e dois para actividade de urgência, e ainda cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

Vai ser construído num terreno na periferia da cidade e a conclusão está prevista para 2023.

 



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