Investimento em Alqueva não parou com a pandemia
Publicado | 2020-10-07 04:57:46
 
O presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, (EDIA), Pedro Salema, referiu ao Jornal de Negócios que durante este período de pandemia, tanto no período de confinamento como depois, o ritmo de investimentos no regadio de Alqueva não parou de subir.
 

“De 2019 para 2020 aumentaram 7 mil hectares de inscrições, o que significa investimentos agrícolas de dezenas de milhões de euros. Se contarmos com os custos de transacção da terra estamos a falar de uma ou duas centenas de milhões de euros de investimento”, salientou José Pedro Salema.

Referiu ainda que a água não faltou e a procura também não diminuiu. “As nossas equipas operacionais tiveram de vencer o medo e o pânico que a covid-19 provocou nos serviços, porque nunca estiveram confinadas, porque desde o primeiro dia disse que não faltaria água aos nossos clientes”.

Sublinhou ainda que o regadio é fundamental para Portugal porque no clima mediterrânico quando as plantas precisam de água a natureza não lhes dá. “Se queremos que as plantas cresçam no verão, que é quando têm mais radiação, calor, condições para crescer, só através do regadio se ultrapassa esta limitação. Quando se faz aumenta-se muito a produção, em que, em média se multiplica por seis, mas há casos em que se aumenta o rendimento por 10 ou 12 vezes. Se todas as explorações do Sul tivessem 15% de regadio multiplicava-se muito o VAB agrícola”, disse José Pedro Salema. 

 



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