Tecnologia aeroespacial para o sector agro-florestal no Alentejo
Publicado | 2020-10-07 04:51:32
 
Foi apresentada, em Évora, a empresa luso brasileira ELIO Tecnologia, que aposta em serviços de precisão para o sector agro-florestal.
 

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, na apresentação da empresa, sublinhou que “é estruturante porque reúne um centro tecnológico português”, o Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), com uma empresa estrangeira.

“É particularmente importante, em termos de política industrial, que a entrada de empresas estrangeiras em Portugal seja feita em estreita articulação com instituições que possam apropriar o conhecimento e, depois, em Portugal, desenvolver raízes fortes para o exportar”, acrescentou.

Manuel Heitor referiu que esta empresa tem este objectivo de se associar a um grande centro tecnológico “com o objectivo de criar uma plataforma de novos serviços para a agricultura sustentável em Portugal” e inserida no contexto europeu.

Esta ligação surge “numa área particularmente crítica para Portugal e para a Europa, que é o aumento da produtividade dos solos reduzindo a pegada ecológica e, por isso, o uso de químicos, mas também preservando a sustentabilidade de um recurso que é escasso, que é a água”.

A ELIO Tecnologia recorre à tecnologia aeroespacial, aeronáutica, robótica e inteligência artificial para oferecer soluções de precisão para a agricultura, pecuária e floresta.

A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, também esteve presente na apresentação da empresa em Évora.

A titular da pasta da Agricultura congratulou-se com este investimento em Évora e afirmou que “estas empresas de base tecnológica são fundamentais para assim colocam o conhecimento, a tecnologia e a inovação ao serviço da agricultura, ajudando-a a ser mais competitiva, mais rentável e mais sustentável”.

“O uso da tecnologia no sector, com tudo que já é possível fazer com ela, como as melhores imagens e informação georreferenciada, ou soluções construídas a partir de integração de sensores ópticos, robótica, tecnologia aeroespacial ou inteligência artificial, permite fazer uma melhor gestão e diminuição da pressão sobre a utilização dos recursos naturais”, acrescentou.

 



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