“Apreensão com o início do ano lectivo” Autarquia de Serpa reforça recursos
Publicado | 2020-09-25 04:44:50
 
O executivo da Câmara Municipal de Serpa “está apreensivo quanto a este arranque do novo ano lectivo”, devido à doença Covid-19.
 

O executivo da Câmara Municipal de Serpa “está apreensivo quanto a este arranque do novo ano lectivo”, devido à doença Covid-19.

A autarquia de Serpa deu a conhecer que foi planeado em conjunto pelo município, e os dois agrupamentos de escola do concelho e pela Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa, várias medidas para prevenção ao novo coronavírus.

O município de Serpa acusa o Governo de “A não colocação de mais pessoal auxiliar nas escolas, por parte do Ministério da Educação, está a criar constrangimentos, até porque a limpeza e desinfeção são, mais do que nunca, fundamentais nas escolas”.

Estando a fazer “um esforço para colocação de mais trabalhadores nas escolas”. Este ano mais 16 trabalhadores, totalmente suportados pelo orçamento da Câmara.

Em relação aos transportes escolares, em acordo com os agrupamentos e Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa, foi elaborado um Plano de Transportes, que “neste momento viu adicionados pela autarquia mais três circuitos especiais para transporte de alunos”.

Segundo a vereadora da autarquia de Serpa, Odete Borralho "A câmara de Serpa, neste arranque de ano lectivo, manifesta algumas preocupações, visto que as escolas estão com algumas dificuldades com os seus trabalhadores, para fazerem face a este momento de pandemia, e receber os alunos com todas as condições”.

A autarca salientou à Planície que “Queremos manifestar a questão de o governo ter anunciado que havia reforços de pessoal nas escolas, mas tem havido dificuldades a esses níveis. Têm havido também dificuldades no horário das entradas dos alunos, no qual os pais também nos têm manifestado preocupações.

Relativo aos transportes escolares “nós estamos a tentar ultrapassar algumas dificuldades, como são as carreiras que têm mais de dois terços de alunos. Estamos a ver se a rodoviária consegue resolver esse problema, mas gostaríamos que da parte do ministério e do governo houvesse uma pressão e reforço no investimento”. Referiu Odete Borralho.

 



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